“DA SENSIBILIDADE À RESISTÊNCIA”

OS ESTEREÓTIPOS DE GÊNERO NO MOVIMENTO FEMININO PELA ANISTIA NO BRASIL

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Autores

  • Maria Aline Matos de Oliveira Universidade Federal de Sergipe

DOI:

https://doi.org/10.62236/missoes.v11i3.446

Palavras-chave:

Direitos Humanos, Dignidade, Família, Gênero, Igualdade

Resumo

A participação das mulheres no Movimento Feminino pela Anistia (MFPA) durante a ditadura civil-militar no Brasil permanece um tema pouco explorado na historiografia. Tradicionalmente, a resistência ao regime foi analisada sob uma perspectiva que privilegiou o protagonismo masculino, negligenciando a atuação feminina e evidenciando lacunas nos estudos sobre gênero e autoritarismo. Este estudo analisa a trajetória do MFPA a partir da figura de sua líder e fundadora, Therezinha Zerbine, enfocando os “estereótipos de gênero” como estratégia política no enfrentamento à ditadura. A metodologia no estudo insere-se nos campos da história e gênero, fundamentando-se nas contribuições de Joan Scott, Michael Pollak e Maurice Halbwachs para articular gênero e memória em uma abordagem interdisciplinar. Os resultados destacam o papel central das mulheres na resistência ao regime, ressaltando a relevância do MFPA na recuperação da memória histórica e no resgate do protagonismo feminino na luta contra a repressão ditatorial.

 

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Biografia do Autor

Maria Aline Matos de Oliveira, Universidade Federal de Sergipe

Mestra em História pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Sergipe. Historiadora e Pesquisadora na área da história de gênero e das mulheres na ditadura civil – militar no Brasil.

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Publicado

2025-11-04

Como Citar

Oliveira, M. A. M. de. (2025). “DA SENSIBILIDADE À RESISTÊNCIA”: OS ESTEREÓTIPOS DE GÊNERO NO MOVIMENTO FEMININO PELA ANISTIA NO BRASIL. Missões: Revista De Ciências Humanas E Sociais, 11(3), 01–13. https://doi.org/10.62236/missoes.v11i3.446

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