IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO DA HISTÓRIA DAS QUESTÕES RACIAIS E TEMAS SENSÍVEIS NO BRASIL

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Autores

DOI:

https://doi.org/10.62236/missoes.v11i3.379

Palavras-chave:

Escravidão, Romantização de temas senisíveis, História do Brasil, Produção de verdades

Resumo

Esta pesquisa traz reflexões sobre a romantização de temas sensíveis da história do Brasil. A escravidão moderna, o genocídio indígena, a inquisição, a eugenia, o integralismo e a ditadura militar são temas sensíveis na sociedade brasileira. Muitas vezes, falar sobre esses assuntos, causa incômodo ou mesmo desconforto por causa das violências e outras ocorrências no estudo e análise desses fenômenos sociais. Os temas foram analisados com base na ciência e na historiografia, utilizando, também, estudos de Michel Foucault e seus comentadores como lentes teóricas. Romantizar estes temas, pode atuar em uma educação anacrônica dos espectadores e população brasileira. Estes temas devem ser rememorados como momentos históricos, cruéis e violentos, jamais devem ser romantizados.

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Biografia do Autor

Manuel Alves de Sousa Junior, IFBA/UNISC

Doutorando em educação pela UNISC, historiador, biólogo, especialista em Confluências africanas e afro-brasileiras e as relações étnico-raciais na educação, MBA em história da arte. Professor do IFBA campus Lauro de Freitas, membro do grupo de pesquisa Identidade e diferença na educação.

Liana Barcelos Porto, UFPEL

Doutora e Mestra em Educação pela Universidade Federal de Pelotas/UFPEL; Psicopedagoga do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão da UFPEL; Suporte Pedagógico - Equipe Multidisciplinar dos cursos da Universidade Aberta do Brasil/UAB via Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Sul Rio-Grandense/IFSUL e Professora da Educação Básica da rede Municipal de Canguçu-RS

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Publicado

2025-10-27

Como Citar

Alves de Sousa Junior, M., & Barcelos Porto, L. (2025). IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO DA HISTÓRIA DAS QUESTÕES RACIAIS E TEMAS SENSÍVEIS NO BRASIL. Missões: Revista De Ciências Humanas E Sociais, 11(3), 01–16. https://doi.org/10.62236/missoes.v11i3.379

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